Essa etapa é transformadora.

 

Não é raro ouvir a frase:
“Por que eu não fiz a bariátrica antes?”

 

Muitos pacientes descrevem esse momento como uma verdadeira metamorfose.
Daí surge até a expressão: “borboletei”, uma forma simbólica de dizer que uma nova fase começou.

 

Do ponto de vista nutricional

A alimentação evolui de forma progressiva:

 

Dieta líquida
• Depois pastosa
• Até chegar à alimentação sólida

 

Nesse processo, nasce uma nova educação alimentar.
O paciente aprende a fazer melhores escolhas, desenvolve novos hábitos e, muitas vezes, descobre novos gostos alimentares.

 

Ao final da adaptação, a alimentação é praticamente normal.
A diferença está no volume menor tolerado e na expectativa de manter escolhas mais conscientes e equilibradas.

 

Em relação às atividades físicas

 

A movimentação começa cedo.

 

No próprio dia da cirurgia, o paciente já inicia a caminhada, com o objetivo de prevenir complicações.
• Em cerca de 30 dias, é liberada a musculação.
• Algumas semanas depois, conforme a evolução alimentar, iniciam-se também as atividades aeróbicas.

 

O retorno é progressivo, seguro e acompanhado.

 

Em relação às medicações

É muito comum que pacientes que utilizavam múltiplos medicamentos para:

 

Diabetes
Hipertensão arterial
Dislipidemia
Insônia, entre outros

 

passem a reduzir ou até suspender essas medicações após a cirurgia.

Muitos trocam várias prescrições por apenas uma suplementação vitamínica.

 

Essa é a fase em que o paciente percebe que a cirurgia não foi apenas sobre peso.


Foi sobre qualidade de vida.